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TECNOLOGIA

HarperCollins estuda IA para audiolivro e tradução

A liderança da editora discutiu usar inteligência artificial para transformar audiolivros e apoiar a tradução de obras para o exterior. A cobertura associa o movimento a um acordo de US$ 1,5 bilhão com a Anthropic.

POR REDAÇÃO ZAZAZINE // 3 MIN DE LEITURA

A liderança da HarperCollins discutiu o uso de inteligência artificial em duas frentes: transformar audiolivros e apoiar a tradução de obras para mercados estrangeiros. A cobertura associa o movimento a um acordo de US$ 1,5 bilhão com a Anthropic.

As duas frentes não são iguais

Audiolivro sintético é substituição de trabalho de narração — uma função com profissionais, tabela e vínculo.

Tradução é outra coisa. Ali a máquina entra num ofício em que a decisão é autoral: o que se perde e o que se preserva quando um texto muda de língua. Editoras que testaram tradução automática em escala costumam manter revisão humana justamente porque o erro não aparece na gramática — aparece no sentido.

O que a nota não diz

Qual das frentes vai a produção, em que catálogo, e o que acontece com os contratos de narração e tradução existentes. Nada disso foi divulgado.