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CANNABIS

DEA aceita relatório do GAO

A DEA aceitou incluir o relatório do GAO no processo de reclassificação da maconha, mas opositores pedem mais prazo e novas rodadas de depoimentos, o que pode atrasar a decisão. Isso pode ter impacto no debate regulatório no Brasil.

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A DEA respondeu à audiência sobre a proposta de reclassificar a maconha para a Lista III, dizendo que não tem problema em reabrir o registro para incluir o relatório do GAO. Segundo a Marijuana Moment, o relatório encontrou lacunas no processo federal de avaliação de substâncias controladas. No entanto, a DEA objetou ao pedido adicional de memoriais dos opositores, alegando que eles mischaracterized o relatório. O juiz-chefe de direito administrativo da DEA, Derek Julius, pausou o processo no mês passado e mandou a DEA se manifestar. Os opositores, por sua vez, querem uma nova rodada de depoimentos e de descoberta de documentos, o que atrasaria ainda mais a decisão. O procurador-geral de Dakota do Sul, Marty Jackley, publicou um parecer segundo o qual a reclassificação terá impacto negligível no programa estadual de cannabis medicinal. Isso mostra como o calendário continua escorregando e como os opositores usam o relatório do GAO para ganhar tempo. A decisão pode ter impacto no debate regulatório no Brasil, onde a Anvisa e o STF discutem a regulamentação da cannabis.