
Kris Van Assche volta com 40 peças de tecido que sobrou
O estilista revive a marca própria em setembro, com produção em deadstock e venda direta ao consumidor.
Kris Van Assche revive a marca própria em setembro: cerca de 40 peças feitas com tecido deadstock, vendidas direto ao consumidor.
O que deadstock resolve — e o que impõe
Deadstock é tecido que sobrou de produção alheia. Comprar isso elimina a encomenda mínima de fábrica, que é a barreira que trava marca pequena.
Em troca, a quantidade é a que existe: quarenta peças não é escolha de escala, é o que o rolo dava. Reposição não existe.
Venda direta é a outra metade
Sem atacado não há prazo de showroom, não há desconto de lojista e não há coleção obrigatória por temporada. O estilista fica com a margem inteira e com o risco inteiro.
Para quem já dirigiu casa grande, é a troca do orçamento pelo controle.


