Vaso dourado com relevos ornamentados, fotografado de perto
MODA

Gaultier e Balenciaga apostam em estreia para respirar

Duran Lantink assina a primeira coleção na Jean Paul Gaultier, com Maria Antonieta como referência. Pierpaolo Piccioli estreia na Balenciaga. Depois de Chanel e Dior, a alta-costura trocou quase todo o comando.

POR REDAÇÃO ZAZAZINE // 3 MIN DE LEITURA

Duran Lantink estreou na Jean Paul Gaultier com uma coleção que parte da Rainha Maria Antonieta. Pierpaolo Piccioli estreou na Balenciaga. As duas vêm sendo lidas como sopro de renovação num circuito que passou os últimos temporadas trocando de comando.

A troca foi geral

Chanel e Dior já tinham feito as suas estreias recentes. Com Gaultier e Balenciaga, a alta-costura chega a uma temporada em que boa parte das casas grandes está sendo assinada por alguém que não assinava a anterior.

O que uma estreia resolve

Renovação de assinatura é a ferramenta mais cara e mais rápida que uma maison tem. Cara porque reescreve a expectativa de toda a temporada. Rápida porque o efeito aparece em uma coleção.

O que ela não resolve é o que vem na terceira — quando a novidade acaba e sobra o trabalho.